UMA BLOG BEM BACANA, COM UMAS CRITICAS INTERESSANTES!!!
http://100grana.wordpress.com/2008/02/15/100grana-viu-e-recomenda-rambo-programado-para-matar/
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Categorias: OUTRAS COISAS
Etiquetado: RAMBO
São aterradores os dados que Dawkins nos tráz neste documentário. Para nós, defensores da soberania do indivíduo, este é um debate já antigo, mas que merece entrar novamente na pauta do dia, uma vez que “a cada dia, mais espaço é reservado nas revistas e jornais, para astrologia, e menos espaço, reservado para a produção cientifica”, conforme as palavras do próprio Dawkins em “os inimigos da razão”. Este é apenas um dos motivos para se interar sobre este debate, o documentário em questão aponta outros ainda mais relevantes do que este. Você só vai saber se assistir. O documentário, esta dividido em 5 partes no youtube. ele esta legendado e a tradução é bem feita. Divirtam-se.
Categorias: Ciencia
Etiquetado: ceticismo, Ciencia, Dawkins, ideologia, religião
” NOSSA CRENÇA PERMITE AÇÕES. SEJA ELA QUAL FOR E SEJAM ELAS QUAIS FOREM”
MATITA
“O MAIS PRÓXIMO DA TRANSCENDÊNCIA QUE EU JÁ CHEGUEI FOI COM UMA EJACULAÇÃO PRECOCE. É A SOBERANIA DA IMANÊNCIA SENHORES”
EDU
Categorias: diálogos aleatórios
a dica me foi dada pela Samara, vale a pena conferir;
tem essa outra aqui, uma série idealizada e apresentada pelo renamado Richard Dawkins,
o baluarte da ciencia contemporânea. a dica venho do Matias, e vale a pena;
Categorias: OUTRAS COISAS
Falo de um tempo em que não havia tempo, nem relógio ou calendário. Havia apenas a morte, e o temor de que ela nos encontrasse desprevenidos em nossos ranchos. A morte era impiedosa com nossa gente, levava-nos um a um para matar sua insaciável fome.
A morte não respeitava nossos bailes, nossos churrascos ou nosso sono. Sempre presente, espreitando nossos passos, esperando algum velho ou guri, sair sozinho buscar água no poço, para o chimarrão, ou lenha para o churrasco. Levava os melhores cães, os melhores cavalos, os melhores daqueles homens campeiros.
Quando morreu o último velho, fomos todos tomados pelo ímpeto de não mais morrer naquele tempo sombrio, em que sonhar era proibido. Queríamos viver, comemorar e sonhar. O mais bravo dos nossos convocou a todos para rumarmos ao monumental, no episódio que ficou conhecido como o tempo de matar a morte. Reunimo-nos então no Olímpico Monumental, antes de raiar a aurora, de onde seguimos em silêncio e em segredo para as bandas do extinto Guaíba, procurando abrigo em meio aos Chacos. E foi ali que fundamos ‘O Recomeço’.
A morte nos procurou com afinco durante milênios nos quais podíamos ouvi-la gritar nossos nomes. Porém, sendo ela aguardada, quando chegou ao Recomeço, encontrou-nos armados até os dentes, prevenidos para a peleia que duraria 3 séculos e 3 décadas.
Ao raiar o sol por detrás do Olímpico Monumental, na manhã seguinte ao término da batalha, o chaco havia banhado-se em sangue, havia virado um pântano, onde homens morreram por matar a morte. Aquele sol seria para sempre o precursor da liberdade.
Desde então o céu tornou-se azul, num tom que chamamos até hoje de celeste, e não se viu mais a morte por aquelas bandas. Diz a lenda.
Categorias: gremio
Etiquetado: AZUL CELESTE, CHACO, gremio, OLIMPICO MONUMENTAL, PAMPAS
Esta semana, Paulo Odone, presidente do Grêmio futebol porto alegrense, encontrou sobre sua mesa uma carta. A carta continha um pedido de dispensa por 10 dias de Roger, o camisa 10 do grêmio.
Roger, quando recebeu o convite do tricolor gaúcho, estava sem emprego. Quando este não tinha mais espaço em nenhum clube do eixo Rio-São Paulo, o Grêmio deu-lhe a oportunidade de recuperar em seus gramados, o preparo físico, a técnica e a autoconfiança.
Desde sua primeira partida pelo tricolor gaúcho, foi recepcionado com aplausos. Foi homenageado pela nação tricolor, que entoou cânticos nos quais seu nome foi repetido em coro no monumental, quando ninguém mais o queria por perto.
O Grêmio deu ao Roger uma casa, uma família…uma oportunidade, e ele, sempre demonstrou gratidão ao clube e a sua apaixonada torcida.
O meio-campista do tricolor dos pampas anunciou em sua carta, ter recebido uma proposta de 5 milhões de euros do Qatar Sport Club, do Catar. É este o valor que pagam por nossa paixão, por nossas esperanças…nossos sonhos. A nação tricolor sente-se traída.
Não é a primeira vez que o tricolor gaúcho é apunhalado pelas costas ao dar uma chance a um jogador que encontra-se desacreditado e humilhado por outros clubes. Também não é novidade que este mesmo jogador abandone o clube e a torcida que a ele tantas homenagens rendeu.
O grêmio não pode mais permitir que sua casa seja usada como spa de recuperação. Nossa vida, tão rica em frustrações e renuncias não merece esse trato por parte daqueles a quem destinamos tanto calor humano e amparo.
Eu esperava mais do departamento jurídico do clube. Esperava mais do Roger…Espero que o grêmio continue sendo reconhecido por sua generosidade aos jogadores que outros clubes rejeitam. Mas precisamos voltar a ser o clube no qual homens se imortalizaram, jogando com raça, paixão e respeito pela insígnia que carregavam no peito, como o fez Lara, o craque imortal, Sandro Goiano, Darley, o Portaluppi…entre tantos outros.
Ao Roger, somos gratos. Imensamente gratos por sua atuação no clube. Espero que sua escolha não lhe renda sentimento de culpa. Com lamentável pesar desejo a ele sucesso em sua nova casa.
Espero ainda, passado o sentimento de traição, poder no olímpico, mesmo que contra o grêmio, cantar junto a geral;
“Roger querido,
A geral está contigo…”
Categorias: gremio
Etiquetado: Add new tag, gremio, imortal tricolor, Roger
O Blues deve ser escrito pra quem tem vida interior.
Para aqueles que não estão surdos para o mundo,
mas vivem seus personagens.
Pra quem acende um cigarro e apaga seus fantasmas;
O blues…o blues é para aquele homem que escreve cartas
e não envia, simplesmente porque não tem
para quem enviar.
O homem que insinua e segue.
Pra quem apostou suas últimas fichas no cavalo errado.
Pra quem não lamenta, não sorri e não conta vantagens.
Saber exatamente quem tu és, conhecer em profundidade
seus abismos é estar apto ao blues.
Gente feliz demais. gente feliz de menos.
Gente assim não manja xongas de um riff de blues.
Quem geme, esperneia e pede colo, menos ainda.
Porque o blues é o que sobra pra quem perdeu tudo.
É a musica que não quer ser erudita ou popular.
Como o cara que aceita suas trapaças e suas derrotas.
Ou o amigo que a turma toda inveja e admira e que
é o cara mais covarde e solitário. Mas ninguém sabe disso
Exceto ele. E ele sabe disso muito bem.
Porque algumas dores, ou , alguns golpes doem mais
do que o sujeito pode suportar. Nesses casos ele não grita,
Não chora, não protesta. Ele não conta pros colegas
Do escritório. Eles não entenderiam.
Nesse caso ele aciona velhos entendedores. Ele aperta play
E se permite uma espécie de fuga para si mesmo.
Se o sujeito ouvisse blues desde criança, certamente seria um adulto mudo.
Mudo e satisfeito. O blues comunica por ti. E você
está tão habituado a ser sincero que não tenta
comunicar-se com quem não compreende tua linguagem.
Porque simplesmente respeita isso nos outros e não
os incomoda com um idioma que não dominam.
Claro, você vira uma ilha, mas aquela ilha
que nunca se curva diante do império.
Infelizmente tu não ouve blues desde criança. E isso
porque terá de viver as perdas e danos necessários.
Terá de enfrentar um mundo que o convencerá
que tu não é parte dele. Aí sim, feito isso,
O blues fará sentido pra ti.
…com admiração e gratidão, para Mario Bortolotto
Categorias: tantos blues
Etiquetado: blues, JOHN LEE HOOKER, tantos blues